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Faleceu neste sábado (31/07) a arquiteta e urbanista, jornalista e professora Vera Hazan. Atuando no Rio de Janeiro, ela foi vítima de Covid-19, doença que motivou sua atenção nos últimos meses junto ao grupo Urbanismo Contra o Corona. Sua trajetória foi marcada pela defesa de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social e pela formação de seus alunos em uma arquitetura voltada à inclusão. Vera Hazan deixa o marido e dois filhos.

A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e seus sindicatos filiados, entre eles o SARJ, manifestam seu pesar aos amigos e familiares neste momento difícil. “Na rede ela mostrava, tanto em palavras quanto em ação, a função social de nossa profissão em nos dedicarmos a lutar com todas as ferramentas que tínhamos à mão para mitigar os males sociais que esta doença traria”, disse nota divulgada pelo SARJ referindo-se à atuação conjunta no movimento Urbanismo Contra o Corona.

O texto segue: “Durante todo o período em que se dedicou a combater a pandemia, Vera Hazan voltou seu olhar, sua arquitetura e seu pensar urbano aos mais pobres, e este é um aprendizado que devemos ter”.

Vera era professora do DAU/PUC-Rio e supervisora do Escritório Modelo (EMAU/DAU). Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela USU (1988) e em Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade pela PUC-Rio (1990). Trilhou uma carreira acadêmica exitosa, acumulando especialização em Planejamento e Uso do Solo, IPPUR/UFRJ (1994), mestrado em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ (2000) e doutorado em Urbanismo PROURB/FAU/UFRJ (2009).

Com projetos e prêmios em diversas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Design, também integrou a Cátedra Sergio Vieira de Mello (CSVM/ACNUR/PUC-Rio) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-RJ).

Foto: Divulgação PUC

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Reunião de Líderes no Senado Federal nesta segunda-feira (2/8) deve definir a data da apreciação das 33 leis ou trechos de leis promovidos pela Câmara dos Deputados na Medida Provisória 1040/2021 e os pontos a serem modificados. A previsão é que o relator, senador Irajá Abreu, apresente seu parecer entre segunda e terça-feira e que o texto seja colocado em votação até quarta-feira. Entre as legislações com risco de serem revogadas está a Lei 4.959-A/1966, que garante o piso salarial dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia, Agronomia, Química e Medicina Veterinária.

Segundo a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, o momento é de mobilização. “Não podemos deixar que validem a exclusão do piso profissional e de tantas outras conquistas que o movimento sindical obteve ao longo dos anos com muita luta. É hora de união”, ponderou.

O texto – aprovado na Câmara em junho – já recebeu emendas no Senado, algumas delas articuladas pela FNA e entidades parceiras que atuam na luta pelos direitos profissionais. A previsão é que o texto passe pelo Senado com a implementação das mudanças propostas pela categoria. A urgência na votação, explica o consultor legislativo Neuriberg Dias, deve-se à iminência do prazo estipulado para sua validade, que expira em 9 de agosto, e de mudanças introduzidas pela Câmara consideradas “Jabutis”, termo para designar a inclusão de conteúdo estranho a uma Medida Provisória. “Acho que, em função desse aperto regimental para votação e da quantidade de emendas apresentadas por diversos partidos para suprimir os dispositivos que afetam a categoria, há chance real de sairmos vitoriosos”, afirmou Dias. Caso o Senado acate as mudanças sugeridas pelas entidades, a MP voltará à Câmara dos Deputados para uma decisão final.

Desde que o texto foi aprovado, a FNA vem realizando articulação contra as emendas. Em 2 de julho, a FNA, o CAU Brasil, o CONFEA, o CFQ e o CFMV apresentaram manifesto unificado que defende que “a atuação de profissionais qualificados é uma das bases para a melhoria do ambiente de negócios e não um entrave para o seu desenvolvimento”.

Em paralelo, as entidades iniciaram um contato intenso com os senadores, levando suas argumentações, tendo obtido várias adesões. Alguns deles lembram que a precarização das relações de trabalho poderá causar riscos à segurança e à saúde da coletividade.

Com informações CAU/BR

Foto: Roque de Sá/ Agência Senado

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