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A Prefeitura de Belém (PA), em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), abriu as inscrições para concurso público de instalação do Parque Urbano Igarapé São Joaquim, na bacia do rio Una. Lançada na última quinta-feira (13/01), a proposta está sendo realizada por meio da Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) e tem como objetivo a requalificação urbana, ambiental e paisagística da área do entorno. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de fevereiro no site concursoparquedoigarape.com.br 

São Joaquim é o maior canal urbano da capital paraense, mas por muitos anos sofreu com a poluição e o descaso público. Com a criação do Parque Igarapé, que terá 4,6 km de extensão, a cidade pretende implantar uma grande floresta linear, além de áreas de lazer, pontes e praças que liguem as duas margens do rio. O objetivo é que todo o processo de urbanização e modernização expresse a luta por uma cidade socialmente justa.

O concurso permite a participação de arquitetos e urbanistas de qualquer lugar do Brasil. As equipes podem, inclusive, contar com a colaboração de arquitetos e urbanistas estrangeiros desde que o projeto seja assinado por um profissional brasileiro. De acordo com o edital, os desenhos, croquis, perspectivas, fotomontagens, maquete digital, textos explicativos podem ser apresentados livremente, mas os trabalhos precisam ter:

  • Memorial descritivo e justificativo da proposta em língua portuguesa;
  • Planta geral ilustrativa da proposta;
  • Plantas parciais;
  • Indicações genéricas dos elementos urbanísticos, paisagísticos e arquitetônicos a empregar, considerando sempre as limitações de desenvolvimento do projeto e de representação típicas do nível de estudo preliminar;
  • Proposta preliminar de comunicação visual: perspectivas ou renderizações.

No dia 16 de março, será divulgado o resultado do concurso e os três melhores trabalhos receberão prêmios no valor de R$ 50 mil (1º lugar), R$ 23 mil (2º lugar) e R$ 12 mil (3º lugar). Além disso, a comissão julgadora irá eleger outros cinco trabalhos que receberão menções honrosas.

Confira o edital completo aqui (https://concursoparquedoigarape.com.br/edital-e-anexos/).

Fonte: IAB Nacional

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O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (SARJ) convoca os profissionais associados para Assembleia Geral Extraordinária no dia 11 de janeiro, às 19h. O encontro deve discutir o direito de venda e locação da sede da entidade e será realizado de forma virtual através da plataforma zoom.

Confira a convocação:

O Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio De Janeiro (SARJ), por meio de sua Presidente, arquiteta e urbanista Luana Barreto, no uso de suas atribuições, determinadas na alínea “f” do art. 18 do Estatuto do SARJ, conforme deliberação da Diretoria Colegiada, de acordo com o art. 13 § 3º convoca os seus Associados e demais arquitetos e urbanistas para a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 11 de janeiro de 2022, para deliberar sobre os seguintes assuntos:

1. Direito de venda / locação da Sede do SARJ situada a Avenida Venezuela, 131, salas
811 a 815 – Saúde – Rio de Janeiro/RJ – CEP 20081-311.

A Assembleia Geral Extraordinária será instalada às 19:00h, em primeira convocação,
se o quórum mínimo for alcançado, ou às 19:20h, em segunda e última convocação, com
qualquer número de associados presentes. A assembleia é aberta à participação de todos os arquitetos e urbanistas do estado do Rio de Janeiro, tendo direito a voto os associados quites no ano vigente.

Pré-inscrição e reunião, acesso via link: https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZ0ocuurqzMqGdO2FvO3CN9qp8_6Gp112Lfh

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta o falecimento de Arilda Maria Cardoso Sousa, ocorrido na última sexta-feira (07/01). A profissional dedicou sua vida à arquitetura de projetos de paisagismo e restauro.

Arilda se formou na Faculdade de Arquitetura da UFBA, foi membro do conselho da diretoria da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), e representante da mesma no estado da Bahia desde 1976. A arquiteta também foi idealizadora e proprietária do Hotel Catarina Paraguaçu e responsável por diversas obras como a requalificação da Praça Dois de Julho, em 2003, e a Academia Villa Forma, em 2001, na cidade de Salvador (BA).

A FNA manifesta sua solidariedade aos colegas, amigos e familiares.

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Após um intenso ano de atividades e discussões a respeito do direito à cidade e ao mercado de trabalho em arquitetura e urbanismo, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) inicia 2022 com foco nas eleições nacional e estaduais que ocorrem em outubro. De acordo com a presidente da entidade, Eleonora Mascia, “vamos viver um ano de extrema importância para o futuro do país e queremos colocar a FNA e os sindicatos como parte dessas mudanças”. O objetivo é trazer pautas e discussões a respeito das bandeiras já defendidas pela Federação e articular com arquitetos e arquitetas sobre a importância de uma participação política da categoria.

“O primeiro encontro da diretoria executiva está marcado para 4 e 5 de fevereiro, em Brasília. Vamos discutir os próximos passos e como poderemos participar lado a lado desse processo eleitoral”, destaca Eleonora. A ideia é aproximar os profissionais de candidaturas que conversem com as pautas da categoria. O vice-presidente da FNA, Ormy Hütner Jr, destaca que boa parte dos profissionais ainda se mantém distantes das discussões políticas. “Precisamos ter arquitetos e arquitetas nas Câmaras de Vereadores, no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Pensar as cidades é emergencial e termos mais candidatos ligados à categoria e às nossas bandeiras é essencial”.

O ano de 2021 foi marcado por inúmeras participações da Federação em pautas políticas, como audiências públicas, projetos de lei e ao lado de entidades, lutando pelo direito à moradia. O fortalecimento sindical também está na pauta de 2022, que pretende ser um ano de atividades e oficinas para preparar os dirigentes e conscientizar as entidades a respeito do seu papel enquanto defensoras da classe.

As atividades de 2021

Mesmo com a perduração da pandemia e a impossibilidade dos encontros presenciais, a FNA seguiu com uma intensa agenda de debates, encontros e discussões virtuais ao longo de 2021. O ano, que foi marcado pela presença da entidade durante o 27° Congresso Mundial de Arquitetos – UIARio2021, reuniu nomes de peso para discutir o futuro das cidades, a importância e ampliação da Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social (ATHIS) e o mercado de trabalho da arquitetura e urbanismo. O evento, realizado entre os meses de março e julho, reuniu mais de 85 mil pessoas de 190 países e possibilitou a expansão do trabalho da FNA para um maior número de profissionais.

De acordo com o ex-presidente da Federação e mediador de uma das mesas sobre a ATHIS, Jeferson Salazar, o Congresso possibilitou uma vasta troca de conhecimentos. “Trouxemos o Movimento dos Trabalhadores em Arquitetura (MTA), de Portugal, e a experiência de arquitetos e arquitetas atuando em diferentes partes do Brasil para a mesa de debate. Foi um momento importante para mostrar que vivemos realidades parecidas e podemos aprender com a experiência dos demais colegas”, afirma. O desenvolvimento do UIARio2021 contou ainda com a parceria das entidades que compõem o Colegiado de Entidades dos Arquitetos e Urbanistas (CEAU).

A produção de 15 curta-metragens também se destacou durante o Congresso. As produções divulgaram o trabalho e a atuação de estudantes e profissionais que participaram de ações junto a movimentos sociais com foco em cidades inclusivas, democráticas e com espaços de maior qualidade. A iniciativa, intitulada ArquiCine, foi uma parceria entre a FNA, a Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (FeNEA) e o Câmera Causa, de Porto Alegre (RS).

Além das atividades junto ao Congresso Nacional e campanhas pelo direito à cidade, a FNA encerrou o ano com o 45º ENSA, que teve como tema “Arquitetura é Trabalho. Piso Salarial é Direito”. O Encontro, realizado de forma virtual pelo segundo ano consecutivo, trouxe uma semana de atividades e conversas entre a Federação, os sindicatos filiados e arquitetos e arquitetas. Para a secretária de Educação, Cultura e Comunicação Sindical da FNA, Fernanda Lanzarin, o evento destacou temas importantes e reconheceu o trabalho de diversos profissionais. “Além dos debates promovidos a respeito do mercado de trabalho e da importância do fortalecimento da categoria, o 45º ENSA ainda trouxe reconhecimento a profissionais e projetos ligados ao direito a cidade”. O Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano e o Prêmio FNA 2021 foram entregues para a arquiteta e urbanista Regina Bienenstein e aos projetos Despejo Zero, Pastoral do Povo de Rua e ZEIS Tororó Resiste, de Salvador (BA).

Todos os conteúdos e produções realizados em 2021 estão disponíveis no canal do YouTube da FNA.

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Nota de Pesar e Solidariedade às famílias afetadas pelas chuvas intensas e enchentes ocorridas na Bahia nos últimos dias, lançada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento da Bahia – IAB-BA, teve adesão imediata do CAU Brasil, do IAB-DN, da FNA e da ABEA, entidades componentes do CEAU. A nota também fala da necessidade de centrar esforços nas ações preventivas e, sobretudo, em refletir sobre suas causas. “Muitas vezes, essas ocorrem por falta de aplicação das leis ou de sua “flexibilização” – como no caso do Código Florestal”.

Eis a íntegra da manifestação:

NOTA DE PESAR E SOLIDARIEDADE

O Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento da Bahia – IAB-BA vem manifestar pesar e solidariedade às todas as famílias afetadas pela perda de entes queridos, danos agrícolas e em suas moradias, entre outros, oriundos dos eventos hidrológicos que vêm impactando por vários dias extensa região do nosso estado, atingindo inúmeras cidades e com o reconhecimento de mais de 100 municípios em estado de emergência.

Diante da tragédia e devastação provocadas, seguimos acreditando nas ações desenvolvidas pelas autoridades – Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Voluntários e Colaboradores –, no sentido de evitar maiores perdas de vidas, promover abrigo, prevenção de doenças e atuações que possam minimizar os efeitos da destruição.

E, mais do que isto, que esta dramática situação alerte para centrar esforços nas ações preventivas e, sobretudo, em refletir sobre suas causas. Muitas vezes, essas ocorrem por falta de aplicação das leis ou de sua “flexibilização” – como no caso do Código Florestal.

Assim, os eventos hidrológicos se impõem, não só por conta da intensidade das chuvas, transbordamento dos rios e deslizamentos de encostas, mas por conta de políticas públicas, entre as quais os planos diretores e as de ordenamento do uso e ocupação do solo urbano e rural, muitas sem revisões, inexistentes ou enfraquecidas na perspectiva de não contemplar o interesse público e sem minimizar a ocorrência dos desastres naturais e os efeitos crescentes da ação do homem nas mudanças climáticas e na ocorrência de eventos hidrológicos extremos.

Salvador, 27 de dezembro de 2021.
Luiz Antonio de Souza
Presidente do IAB-BA
iab-ba@iab-ba.org.br

Subscrevem:
Nadia Somekh, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil
Maria Elisa Baptista, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, Direção Nacional
Eleonora Mascia, presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanista
Ana Maria Reis Goes Monteiro, presidente da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta o falecimento de Luiz Otávio Caldas de Castro Chaves, ocorrido na última quinta-feira (23/12). O profissional de arquitetura e urbanismo foi um dos fundadores do Sindicato de Arquitetos e Urbanistas do Distrito Federal (Arquitetos-DF) e vice-presidente na gestão de 1983 a 1986.

Formado pela FAU-UnB em meados de 1970, Luiz Otávio foi arquiteto pelo Governo do Distrito Federal e titular de escritório próprio de projetos. Dedicou um período de sua vida à carreira acadêmica, onde trabalhou com urbanismo no desenho urbano e arquitetura com utilização de tecnologias patrimoniais. O profissional ainda firmou parceria com arquitetos como Paulo Magalhães, Gladson Rocha e Zanine Caldas.

A FNA manifesta sua solidariedade aos colegas, amigos e familiares.

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Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3 salários mínimos, ou seja, metade do piso da categoria.

A pesquisa foi realizada para atualizar o perfil dos arquitetos e arquitetas brasileiros. Entre os dados coletados pelo CAU, destaca-se o fato de a categoria ser composta 58% por mulheres e que apenas 22% se identificarem como sendo de raça negra frente a uma maioria branca (69%). A informação étnica é uma novidade do estudo de 2020, assim como a coleta de dados sobre eventuais deficiências físicas, mentais, intelectuais e/ou sensoriais.
Dividido em seis categorias, o Censo levantou os dados pessoais, renda, formação, hábitos, trabalho e política dos profissionais brasileiros. Realizado entre os dias 2 de janeiro a 30 de junho de 2020, ouviu 45.838 profissionais através dos seus acessos pessoais ao Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU). O questionário, de 45 perguntas, trazia dados sobre idade, gênero, raça, deficiências (físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais), faixa de rendimento médio, escolaridade/formação e principais obstáculos no exercício da profissão de arquitetura e urbanismo.

A presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, destacou a importância do estudo. “Os censos são importantes para que tenhamos um parâmetro do perfil pessoal dos arquitetos e das arquitetas, mas, principalmente, para que possamos entender como está o mercado de trabalho desses profissionais e traçarmos estratégias pela garantia de direitos trabalhistas”. Hoje, o Brasil tem 212 mil arquitetos e urbanistas, mas apenas 21,6% deles responderam ao questionário do CAU. A maioria (71%) dos profissionais concentra-se nas regiões Sul e Sudeste, sendo que 31% deles estão no estado de São Paulo.

Em relação à atuação e ao campo de trabalho, 41% informaram não contribuir com a previdência, seja pública, seja privada, 77% não possuírem pessoa jurídica estabelecida, atuando de forma autônoma. A área que emprega a maior parte dos profissionais ainda é a arquitetura de interiores, citada por 62% dos entrevistados.

O vice-presidente da FNA, Ormy Hütner Jr, destaca que os dados também trazem informações sobre o trabalho das entidades de arquitetura. “85% dos profissionais que responderam à enquete declararam não serem filiados a nenhum tipo de entidade, ao mesmo tempo que 79% deles também afirmaram que a sociedade não valoriza o trabalho dos arquitetos. Acredito que temos um grande campo de atuação para que os profissionais vejam que as entidades podem e devem ser uma forma de conscientização de toda a população sobre a necessidade de a arquitetura fazer parte do dia a dia”.

É possível acessar os dados completos da pesquisa através do site: https://caubr.gov.br/censo2020/

Fonte: CAU Brasil

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Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3 salários mínimos, ou seja, metade do piso da categoria.

A pesquisa foi realizada para atualizar o perfil dos arquitetos e arquitetas brasileiros. Entre os dados coletados pelo CAU, destaca-se o fato de a categoria ser composta 58% por mulheres e que apenas 22% se identificarem como sendo de raça negra frente a uma maioria branca (69%). A informação étnica é uma novidade do estudo de 2020, assim como a coleta de dados sobre eventuais deficiências físicas, mentais, intelectuais e/ou sensoriais.
Dividido em seis categorias, o Censo levantou os dados pessoais, renda, formação, hábitos, trabalho e política dos profissionais brasileiros. Realizado entre os dias 2 de janeiro a 30 de junho de 2020, ouviu 45.838 profissionais através dos seus acessos pessoais ao Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU). O questionário, de 45 perguntas, trazia dados sobre idade, gênero, raça, deficiências (físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais), faixa de rendimento médio, escolaridade/formação e principais obstáculos no exercício da profissão de arquitetura e urbanismo.

A presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, destacou a importância do estudo. “Os censos são importantes para que tenhamos um parâmetro do perfil pessoal dos arquitetos e das arquitetas, mas, principalmente, para que possamos entender como está o mercado de trabalho desses profissionais e traçarmos estratégias pela garantia de direitos trabalhistas”. Hoje, o Brasil tem 212 mil arquitetos e urbanistas, mas apenas 21,6% deles responderam ao questionário do CAU. A maioria (71%) dos profissionais concentra-se nas regiões Sul e Sudeste, sendo que 31% deles estão no estado de São Paulo.

Em relação à atuação e ao campo de trabalho, 41% informaram não contribuir com a previdência, seja pública, seja privada, 77% não possuírem pessoa jurídica estabelecida, atuando de forma autônoma. A área que emprega a maior parte dos profissionais ainda é a arquitetura de interiores, citada por 62% dos entrevistados.

O vice-presidente da FNA, Ormy Hütner Jr, destaca que os dados também trazem informações sobre o trabalho das entidades de arquitetura. “85% dos profissionais que responderam à enquete declararam não serem filiados a nenhum tipo de entidade, ao mesmo tempo que 79% deles também afirmaram que a sociedade não valoriza o trabalho dos arquitetos. Acredito que temos um grande campo de atuação para que os profissionais vejam que as entidades podem e devem ser uma forma de conscientização de toda a população sobre a necessidade de a arquitetura fazer parte do dia a dia”.

É possível acessar os dados completos da pesquisa através do site: https://caubr.gov.br/censo2020/

Fonte: CAU Brasil

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No segundo semestre de 2019, o Governo Federal precipitou a exoneração de diversos gestores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em diferentes e importantes cargos, culminando no desligamento da presidente do Iphan, Kátia Bogea, em dezembro daquele ano. O que seria uma substituição natural decorrente da troca de governos, porém, aos poucos se configurava como parte de uma iniciativa de desmonte das políticas de preservação de nosso Patrimônio Cultural Nacional. Diversos desses gestores eram substituídos por agentes públicos sem qualquer formação ou experiência na área.

Em pronunciamento público na última semana, o presidente da República assumiu explicitamente que desconhecia o Iphan, e que ordenou seu desmonte motivado por interesses particulares de um de seus apoiadores. “Há pouco tempo tomei conhecimento de uma obra de uma pessoa conhecida, o Luciano Hang, que estava fazendo mais uma obra e apareceu um ‘pedaço de azulejo’ durante as escavações. Chegou o Iphan e interditou a obra. Liguei pro ministro da pasta (responsável pelo Iphan), e perguntei ‘que trem é esse?’ Porque eu não sou tão inteligente como meus ministros. ‘O que é Iphan, com PH?’ Explicaram para mim, tomei conhecimento, ‘ripei’ todo mundo do Iphan. Botei outro cara lá, o Iphan não dá mais dor de cabeça pra gente”, afirmou.

O Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro, em parceria com diferentes entidades, entre elas a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), publicou três documentos sobre as exonerações e nomeações espúrias, mobilizando a população e as autoridades competentes a tomar as medidas cabíveis contra tal arbítrio que vem causando perdas permanentes a nossa cultura.

Confira abaixo:

Salvaguardar o Iphan

Nomeações no Iphan

Manifesto em Defesa do Iphan

Fonte: Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro

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O episódio de hoje está mais do que especial! A retrospectiva do 45º Encontro Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (ENSA), realizado entre os dias 22 a 28 de novembro, traz as falas de Ermínia Maricato, Tainá de Paula, Regina Bienenstein, Fernando Morais e Bianca Santana. Tratando de assuntos como a conjuntura global, o futuro das políticas públicas no Brasil e a importância da discussão pelo direito à moradia e pelas questões sociais foram os destaques da semana de debates. Por fim, a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, apresenta o resumo da Assembleia Geral e os projetos da FNA para 2022.

Escute no Spotify ou no Soundcloud!

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