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No próximo sábado (15/5), o Projeto ArquiCine/Câmera Causa inicia a terceira e última oficina audiovisual voltada a estudantes e profissionais da Arquitetura e Urbanismo. Iniciativa da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e da Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA), o ArquiCine teve seu período de inscrições encerrado no dia 21/04 com uma grande procura por parte do público-alvo.

Nesta última etapa, sete grupos de profissionais vão mostrar, pela câmera do celular, a realidade habitacional de comunidades do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.  O resultado serão curtas-metragens que serão exibidos em primeira mão no 27° Congresso Mundial de Arquitetos (UIARio2021). Ao todo, 17 produções serão apresentadas na Mostra ArquiCine/Câmera Causa.

O ArquiCine foi pensado para divulgar o trabalho e a atuação de estudantes e profissionais arquitetos e urbanistas em ações junto a movimentos sociais que tenham como foco cidades inclusivas, democráticas e com espaços de maior qualidade.  As oficinas gratuitas orientam os profissionais e líderes dos movimentos a produzir audiovisuais com uso exclusivo de celulares.

As diretrizes para a produção de curtas-metragens são dadas pelos cineastas Gustavo Spolidoro e Lucas Heitor Beal Sant’Anna, do Câmera Causa. Os profissionais ministrarão as três oficinas online que irão instruir a produção audiovisual realizada pelos alunos através de seus dispositivos móveis, com foco na reflexão sobre moradia e o trabalho de arquitetas (os), em conjunto com membros dos movimentos sociais atendidos por projetos da área da arquitetura e urbanismo em todo o país.

AGENDA OFICINA 3

SÁBADO 15/05 – 9h às 13h
SÁBADO 15/05 – 14h às 18h
DOMINGO 16/05 – 9 às 13h; Alunos filmam na semana em seus locais e equipamentos
SÁBADO 22/05 9 às 13h – consultorias por Grupos
DOMINGO 23/05 – 9 às 13h – alunos entregam vídeo final e sessão para equipes, professores e FNA com debate
DOMINGO 23/05 – 14 às 18h – consultoria por grupos para finalização total

 

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Leticia Szczesny/ Imprensa FNA

Às vezes, para realizar sonhos pessoais ou viver aquilo que se almeja profissionalmente, é preciso arriscar, fazer as malas e voar alto. Foi o que fez a arquiteta e urbanista Mylena Ziemann, 27 anos. Depois de algumas escalas, a parada final da jovem catarinense foi na charmosa e romântica cidade luz, Paris (FR). Há três anos morando na capital francesa, atualmente, ela faz Master Recherche, o que equivale ao mestrado no Brasil, em História da Arquitetura na Sorbonne Université – Universidade de Paris. Experiência que compartilha em seu perfil no Instagram (@myemparis) e em seu canal no YouTube para inspirar e encorajar jovens e adultos que desejam estudar fora de seu país de origem.

Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Mylena desembarcou pela primeira vez na França em 2014 quando morou um ano em Lille, no norte do país, através do programa Ciência sem Fronteiras. Durante o período de intercâmbio, estudou na Escola Nacional Superior de Arquitetura e Paisagem de Lille. Em 2018, a jovem retornou ao país com um visto férias-trabalho. “Esse visto é válido por um ano, e eu tinha a intenção de fazer mestrado. Então, em setembro de 2019, comecei a estudar e continuei a trabalhar no escritório de interiores paralelamente”, explica. A arquiteta e urbanista conquistou o visto de estudante para morar no país em 2019.

A formação em Arquitetura na França se resume em três anos de licença, dois anos de master e mais um ano de uma formação necessária para assinar projetos, chamada HMNOP. “Existem as escolas nacionais superiores de arquitetura e também as escolas de design que formam arquitetos de interior, que não podem assinar projetos”, detalha. No caso do master, os estudantes têm a opção de cursar o Professionnel ou o Recherche. O primeiro, de acordo com Mylena, é uma especialização na área profissional que a pessoa deseja seguir. Já o segundo, o qual a jovem cursa, é voltado para a pesquisa. A média de preço para cursar a licença é de € 300/ano e para o master é de € 500/ano em escolas de arquitetura.

Crédito: Mylena Ziemann

Apesar de estar há mais de 9 mil quilômetros de sua cidade natal, São Bento do Sul (SC), a jovem segue, de certa forma, perto dela. Isso porque, em sua dissertação, Mylena está analisando a evolução da arquitetura da cidade. “Ela foi fundada como colônia agrícola europeia, principalmente por imigrantes alemães e poloneses. Sofreu uma descaracterização na Era Vargas e a partir de 1970 foi iniciada uma campanha de “regermanização”, seguindo o que vinha acontecendo em outras cidades que foram colônias europeias também”, afirma.

É com História da Arquitetura, área que estuda atualmente, que Mylena mais se identifica. Esse, inclusive, é um dos assuntos que ela leva, através da lente de seu celular, a 8,9 mil pessoas que a seguem em sua conta no Instagram por meio de lives e vídeos. Um desses conteúdos é a série “Monumentos em Paris”. Inspirada no filme Julie & Julia, a jovem deu início ao projeto em 2019. “Eu já estava em Paris há um ano e ainda não conhecia nem metade do que gostaria. Mostrava a história de alguns monumentos e os passeios que eu fazia no Instagram e recebia um feedback positivo. Então, achei que a ideia de criar um quadro semanal com os monumentos de Paris seria interessante tanto para as pessoas que já assistiam quanto para mim. Assim, a cada semana, conheceríamos juntos um lugar e uma história diferente”, explica. Os vídeos são feitos em ordem cronológica, começando pela Idade Média, Renascimento e Neoclassicismo. No entanto, com a chegada da Covid-19, a série precisou ser pausada. “Infelizmente tive que parar no Ferro e Vidro por causa da pandemia, mas espero poder terminar a sequência logo”.

Além disso, Mylena utiliza a rede social para dar dicas a quem deseja estudar na França ou até mesmo em outro país europeu. Ela compartilha um pouco da sua rotina na cidade luz e leva, através de lives, seus seguidores para conhecer pontos turísticos como, por exemplo, a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo e a Catedral de Notre Dame, que é o seu favorito em Paris por conta da história, dimensão, resistência e imponência. “Toda vez que eu a visitava, ficava maravilhada e achava algum detalhe que não tinha visto antes. É uma das obras mais emocionantes que eu já visitei”, ressalta. A jovem também produz conteúdo para os perfis Brasileiras na França (@brasileirasnafrança), Um Rolê – Arte&Arquitetura (@_umrole) e faz bordados que são enviados tanto no Brasil quanto na Europa pela Clementina (@oiclementina). “Hoje em dia, tudo e todos estão na internet. É uma forma de ser visto, lembrado e também de compartilhar e desmistificar informação”.

Como chegar lá
Mas afinal, o que é preciso para estudar ou trabalhar na França? Segundo Mylena, o país é muito aberto para receber estrangeiros, principalmente nas universidades. Tanto que, nos últimos anos, os valores para estudantes estrangeiros cursarem master mudaram, mas a maioria das universidades, de acordo com ela, não acatou essa mudança. No entanto, mais importante do que ser “bem recebido” pelos franceses, é saber falar a língua deles. Por isso, se você pensa em ir estudar ou trabalhar lá, é importante priorizar o conhecimento da língua francesa. Além, é claro, de ter toda a documentação necessária, como o visto.

Outra dica importante da arquiteta e urbanista é ter força de vontade. “Ir atrás e pesquisar. Existe muita informação na internet. Quero continuar compartilhando as minhas experiências e de outras pessoas para facilitar o acesso a essas informações, que eu sei que muitas vezes são confusas”, declara. Para Mylena, é preciso acreditar que é possível. “Se a gente não acreditar e ir atrás dos nossos sonhos, quem vai?”.

O mercado de trabalho
Na França, Mylena trabalhou como Arquiteta de Interior Júnior em dois escritórios de arquitetura. Um de interiores com foco em projetos residenciais de luxo e o outro com atuação em projetos comerciais de grande escala na França/Europa e no mundo. Uma experiência, segundo ela, enriquecedora. “Ampliou meus conhecimentos sobre os modos de construção e sobre os materiais, que são diferentes do Brasil, de organização, de autorização de projetos e etc. E foi interessante ver que o ‘jeitinho’ também existe na França. Não é exclusivo do brasileiro, é do ser humano (risos)”, conta.

Do ponto de vista da arquiteta e urbanista, a profissão é mais valorizada e reconhecida na França do que no Brasil. “Na área do patrimônio, por exemplo, existem os Architectes de Bâtiments de France (Arquitetos dos Edifícios da França), que são os arquitetos do Estado responsáveis pelos monumentos históricos tombados ou em inventário. Nada pode ser feito sem autorização e supervisão deles”, exemplifica. No entanto, há algo em comum entre os dois países. Em ambos, de acordo com Mylena, Arquitetura e Urbanismo é uma profissão mais elitizada. “É muito comum aqui (na França) a classe média fazer o próprio projeto de reforma na casa, inclusive colocando a mão na massa mesmo. Eles compram os materiais e fazem eles mesmos, se possível”, relata.

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta profundamente o falecimento do arquiteto e urbanista José Augusto Saraiva Peixoto. Saraiva, como era conhecido, faleceu em decorrência de um infarto na noite de segunda-feira (10/5). Ele era Mestre em Engenharia Ambiental Urbana pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo participado do Grupo de Risco Ambiental e Urbano da UFBA e do Grupo de Defesa e Promoção Socioambiental (Germen).

Saraiva foi professor do Centro Universitário Jorge Amado. Servidor público de longa carreira, ele atuou em vários órgãos, tendo sido subsecretário da Secretaria Municipal de Cidade Sustentável (Secis) da Prefeitura de Salvador (BA). Recentemente, havia retornado ao seu órgão de origem, a Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF). A FNA se compadece com os familiares, amigos e colegas nesse momento de perda.

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De 17 a 22 de abril acontece a terceira etapa da SEMANA ABERTA UIARio2021, trazendo para o debate o eixo temático DIVERSIDADE E MISTURA, dentro da programação do 27 Congresso Mundial de Arquitetos. As intensas mudanças que colocam em xeque velhos paradigmas e promovem a emergência de novos estarão no centro do debate com a participação de especialistas de diversos países. As mudanças do mundo contemporâneo e seus reflexos no campo da arquitetura demandam discussões nas três dimensões: social, ambiental e tecnológica. A semana é 100% ONLINE, GRATUITA E GLOBAL e reúne especialistas nacionais e internacionais em debates sobre os temas: Gênero e Cultura; Cidadania e Patrimônio; Globalidade e Singularidade.

No período da Semana Aberta de maio, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) marca presença na grade de programação com do 27° Congresso Mundial de Arquitetos – UIARio2021 com a live ATHIS na Prática Profissional: o Encontro com a Arquitetura Popular. A agenda acontece no dia 19/05, às 17h, e poderá ser assistida pelo canal da FNA no Youtube e ficará disponível no site do evento na seção “Diálogos com a Sociedade” da plataforma exclusiva do UIA2021RIO.

A live com mediação do ex-presidente da FNA e atual integrante do Conselho Consultivo da federação, Jeferson Salazar, vai reunir três arquitetos e urbanistas com ampla atuação em Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (ATHIS). Maira Rocha: ex-Conselheira Estadual do CAU/RJ (2018-2020), onde coordenou a Comissão de ATHIS, oportunidade em que, sob sua coordenação, foi criado o Edital de ATHIS e o Fórum Permanente de ATHIS. Atualmente é Conselheira Federal do CAU/BR. Também coordenou equipes de regularização fundiária em parceria com a Secretaria Municipal de Habitação em sete favelas do Rio.  Já Riva Feitoza possui capacitação em ATHIS e é CEO do escritório de arquitetura popular “Arquitetura para o Povo”. Em 2019 foi premiada pelo CAU/SE pelos serviços de arquitetura prestados à população de baixa renda. Alexandre Hodapp é membro da Peabiru Trabalhos Comunitários e Ambientais desde 2011, com atuação no Programa Morar no Centro (gestão 2001-2004) na COHAB-SP e na Diagonal Urbana desenvolvendo projetos de HIS em reassentamentos no norte do país.

A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) é organização parceira do Congresso UIARio2021 e, ao longo de toda a programação até o mês de julho, contará com uma ampla agenda de debates encabeçada por sua diretoria e seus sindicatos Na pauta estarão temas ligados aos desafios do mundo do trabalho e a implementação da ATHIS.

Sindicalize-se! Fique em dia com seu sindicato e garanta 20% de desconto na inscrição do 27° Congresso Mundial de Arquitetos – UIA 2021 RIO, com o tema Todos os Mundos. Um só Mundo. Arquitetura 21.

 

CONHEÇA OS DEBATEDORES DA SEMANA ABERTA MUDANÇAS E ENERGÊNCIAS

Zaida Muxi

Foi uma das primeiras estudiosas das questões de gênero aplicadas ao urbanismo e à arquitetura. Em Barcelona, onde vive desde 1990, formou um coletivo (Col Lectiu Punt 6) e uma rede de pesquisas (Um día, una arquitecta) sobre o tema. É autora dos livros Mujeres, casas y ciudades – Más allá del umbral e, junto a Josep Maria Montaner, Arquitectura y Política

Gabriela de Matos

Criadora do projeto Arquitetas Negras, que mapeia a produção de arquitetas negras brasileiras. Em 2020, foi eleita a Arquiteta do Ano pelo Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ). Ela explora a questão racial de forma interseccional ao debate de gênero, de arquitetura e de cidade. Tem especialização em Sustentabilidade e Gestão do Ambiente Construído e é Vice-presidente do IAB-SP.

Fuensanta Nieto

É uma das mais destacadas arquitetas espanholas da atualidade, fundadora com Enrique Sobejano da Nieto Sobejano Arquitectos, que tem escritórios em Madri e Berlim. Sua carreira é marcada pela conquista de obras de vulto em concorrências públicas. É autora de projetos para museus icônicos como o San Telmo, em San Sebastian, o Centro de Arte Contemporânea e o museu Madinat al-Zahra, em Córdoba, o Palácio de Congressos de Zaragoza, e o anexo do Joanneum Museum, em Graz, na Áustria.

Marcelo Ferraz

Foi colaborador de Lina Bo Bardi por 15 anos e de Oscar Niemeyer, em 2002. Também foi diretor do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi e do programa Monumenta, do Ministério da Cultura, para recuperação de cidades históricas. É um dos fundadores do escritório Brasil Arquitetura e autor dos livros Arquitetura rural na Serra da Mantiqueira (1992), Lina Bo Bardi (1993) e Arquitetura Conversável(2011).

Juan Román

É um dos criadores da Escuela de Talca, reconhecida por aproximar seus alunos da prática construtiva e formar profissionais capacitados a responder aos desafios e mudanças culturais da atualidade. Em 2015, recebeu o Prêmio Mundial de Arquitetura Sustentável da Locus Foundation, em Paris, França. Em 2016, foi curador do Pavilhão Chileno na 15ª Bienal de Veneza, onde apresentou a exposição “Contracorrente”, com 15 projetos de estudantes de Talca para áreas rurais.

Rusty Smith

É diretor associado do Rural Studio, programa de construção de Design da Auburn University, no Alabama (EUA), que oferece aos estudantes a experiência prática na região rural de Black Belt. O Rural Studio conquistou importantes premiações como a Citação Presidencial do Instituto Americano de Arquitetos, o Prêmio Whitney M. Young Jr. de Responsabilidade Social e o Prêmio Global da UNESCO para Arquitetura Sustentável.

Confira os horários da Semana Aberta MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS:

17/05 – 9h

EMERGÊNCIAS DE UM NOVO ARQUITETO

– Esteban Benavides

– Jane Hall

Moderado por: Francesco Perrotta

18/05 – 9h

CÂMBIOS CLIMÁTICOS

– Luiz Alberto de Oliveira- Ailton Krenak

Moderado por: Margareth da Silva Pereira & Igor de Vetyemy

19/04 – 9h

MUDANÇAS TECNOLÓGICAS E SOCIAIS

– Silvio Meira

– Ester Carro

Moderado por: Igor de Vetyemy

20/04 – 11h

LIVE DA SEMANA MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS

Debate especial “ao vivo” com diversos especialistas convidados que trarão reflexões e propostas para as questões abordadas na semana.

 

Inscreva-se gratuitamente 

 

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A ADI nº 5.090, de relatoria do Ministro Barroso, que discute a TR como fator de correção do FGTS, prevista para julgamento no dia 13 de maio, foi retirada da pauta do Plenário do STF.

Embora a página eletrônica do Tribunal esteja fora do ar desde ontem, a informação pode ser confirmada pelo sistema de peticionamento eletrônico, que permanece ativo.

A retirada de pauta é corriqueira nos tribunais. Com isso, haverá por enquanto posição do Supremo sobre o uso da TR na correção do FGTS.

A ADI – iniciada pelo Partido Solidariedade em 2014 questiona a adoção da TR, a Taxa Referencial, como índice de correção. Por lei, os recursos depositados pelos empregadores no FGTS são remunerados com juros de 3% ao ano, mais a variação do indicador –o mesmo que corrige a caderneta de poupança.

Até 1999, a TR acompanhava a variação dos índices de inflação. Mas, por conta de mudanças na metodologia de cálculo, o comportamento do indicador “descolou” de outras referências, como o IPCA e o INPC. O FGTS passou a ser corrigido por um índice que não reflete o aumento geral dos preços.

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas retorna neste mês de maio com uma intensa programação de debates durante o 27° Congresso Mundial de Arquitetos – UIARio2021. Desta vez, a programação começa no dia 19 de maio com a live ATHIS na Prática Profissional: o Encontro com a Arquitetura Popular. A agenda acontece às 17h e poderá ser assistida pelo canal da FNA no Youtube e ficará disponível no site do evento na seção “Diálogos com a Sociedade” da plataforma exclusiva do UIA2021RIO. O debate acontece paralelo à agenda aberta do UIA que neste mês abordará o eixo temático ‘Mudanças e Emergências’, entre os dias 17 e 20/05.

A live com mediação do ex-presidente da FNA e atual integrante do Conselho Consultivo da federação, Jeferson Salazar, vai reunir três arquitetos e urbanistas com ampla atuação em Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (ATHIS). Maira Rocha: ex-Conselheira Estadual do CAU/RJ (2018-2020), onde coordenou a Comissão de ATHIS, oportunidade em que, sob sua coordenação, foi criado o Edital de ATHIS e o Fórum Permanente de ATHIS. Atualmente é Conselheira Federal do CAU/BR. Também coordenou equipes de regularização fundiária em parceria com a Secretaria Municipal de Habitação em sete favelas do Rio.  Já Riva Feitoza possui capacitação em ATHIS e é CEO do escritório de arquitetura popular “Arquitetura para o Povo”. Em 2019 foi premiada pelo CAU/SE pelos serviços de arquitetura prestados à população de baixa renda. Alexandre Hodapp é membro da Peabiru Trabalhos Comunitários e Ambientais desde 2011, com atuação no Programa Morar no Centro (gestão 2001-2004) na COHAB-SP e na Diagonal Urbana, desenvolvendo projetos de HIS em reassentamentos no norte do país.

Para o arquiteto e urbanista Jeferson Salazar, está mais do que na hora de fazer valer a Lei da ATHIS 11.888/2008, que criou a Assistência Técnica Pública e Gratuita às famílias de baixa renda, e encarar que a lei é um investimento não apenas para o governo, mas para toda a sociedade brasileira. “Prestar assistência técnica adequada em projetos de construção reduz drasticamente desperdícios em mão de obra, de tempo, de recursos naturais e, também, permite às prefeituras maior controle sobre o uso do solo urbano. Os governantes têm que enxergar a ATHIS como uma porta importante de superação do abismo social”, afirma. De acordo com ele, a ATHIS também se mostra um campo de atuação profissional gigantesco para os profissionais que todos os anos saem das faculdades de arquitetura e urbanismo no Brasil, um país de imensas desigualdades sociais, de infraestrutura, habitação e saúde. “Habitação e saúde andam juntas, algo que ficou evidenciado na pandemia. Se não houver um profissional técnico no pensar e executar os projetos corre-se o risco de chegarmos aos desperdícios que falei”, pontuou. Além disso, Salazar defende que a ATHiS seja encarada cada vez mais como um campo de atuação profissional remunerado, algo diferente do que ocorria há 20 anos.

Também com foco na assistência técnica, a Federação promoverá, em junho, a live “ATHIS na Universidade/Extensão: Caminhos Trilhados e Novas Perspectivas”; e, em julho, “ATHIS e as Cidades para Inclusão: Integração das Políticas nos Territórios”.  Em julho, a FNA prossegue com lives e debates sobre os temas relacionados ao Mundo do Trabalho.

O 27° Congresso Mundial de Arquitetos se estende até julho deste ano, com conteúdos abertos e programação especial para inscritos no evento. Como parceira institucional do UIARio2021, os profissionais sindicalizados têm 20% de desconto na inscrição do 27° Congresso Mundial de Arquitetos. Informações no email fna@fna.org.br

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta profundamente a morte do arquiteto e urbanista Marcos Trojan, ocorrida na terça-feira (4/5). Ativo na gestão do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (Sasp), Trojan era especialista em Gestão de Planos e Projetos Urbanos e ministrou curso de Estudo Viabilidade Técnica, promovido pelo Sindicato nos anos de 2017 e 2018. Atualmente, exercia sua profissão no setor público como chefe de gabinete da Secretaria de Habitação na Prefeitura de São Vicente (SP).

A FNA se solidariza com a família e com os amigos de Trojan neste momento difícil.

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Políticas públicas, educação e saúde, emprego e trabalho, moradia digna. Reflexões e provocações sobre esses temas tão essenciais estão compilados no livro Cidades Vacinadas – Ensaios Urbanos e Ambientais para um Brasil Pós-Pandemia, obra recentemente lançada e produzida no primeiro trimestre deste ano. O livro de 296 páginas e 50 artigos produzidos por 67 autores das mais diversas áreas do conhecimento tem a contribuição de diversos arquitetos e urbanistas, que lançaram suas experiências e pontos de vista para a construção de cidades mais justas e humanitárias.

Os arquitetos e urbanistas Ormy Hütner e Eleonora Mascia, da diretoria da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) foram convidados a fazer parte do projeto e assinam artigo no capítulo 2 intitulado ‘Ensaios Ambientais e de Ciências Sociais’, com o texto  ‘Biofilia como garantia de cidades mais justas e sustentáveis’.  Em um dos trechos do artigo, os autores destacam que muitos arquitetos e urbanistas vêm contribuído com reflexões e propostas para tornar as cidades mais inclusivas, acessíveis, resilientes, sustentáveis e saudáveis. ‘Assim, o urbanismo ecológico se torna uma ferramenta estratégica fundamental para que a sociedade volte a conviver com uma paisagem urbana biofílica, e no resgate da biodiversidade encontre a homeostase de um ecossistema urbano atualmente desequilibrado.’

Editado pela Rio Books e organizado pela arquiteta e urbanista Leila Marques com colaboração de Denise Vogel e Simone Feigelson, a obra contou com o apoio do Instituto Niemeyer de Políticas Urbanas, Científicas e Culturais (INPUC) e está em pré-venda, podendo ser adquirido através do link https://www.riobooks.com.br/pd-875ca2.

Toda a renda obtida com a venda de exemplares será revertida para causas humanitárias, contra a fome e de combate aos efeitos da pandemia. De acordo com o presidente do INPUC, Paulo Sergio Niemeyer, a obra traz questionamentos e caminhos para serem seguidos no momento que a pandemia for debelada, e desde já, no que é possível ser feito agora, respeitando-se o presente distanciamento social.

 

 

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No 16º episódio do FNACast, falamos sobre o projeto Arquicine, capitaneado pela FNA, FeNEA e Câmera Causa, a programação da Federação no 27º Congresso Mundial de Arquitetos em maio e a reportagem especial com a arquiteta Leiko Motomura.

O FNACAST é uma produção da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) com o intuito de divulgar informações sobre a Arquitetura e Urbanismo no Brasil e fortalecer a classe profissional.

Para ouvir:

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A medalha de ouro da UIA 2021 foi concedida ao arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, “cuja obra atemporal tem marcado a arquitetura”. A entrega será feita por ocasião do Congresso Mundial de Arquitetos (UIA2021RIO) em julho.

“O júri apreciou o trabalho único de Mendes da Rocha como o de um ousado iconoclasta cujo trabalho levou a arquitetura a novos patamares de virtuosismo técnico. Seu trabalho também incorpora fortes elementos pessoais e sociais de integridade, refletidos em sua habilidade de transcender fronteiras enquanto mantém um senso fundamental de lugar conectado a sua terra natal e cultura”, diz parecer do júri, que complementa: “As conquistas de Paulo Mendes da Rocha, ao longo de sete décadas, ilustram claramente um compromisso que valoriza a arquitetura como gesto público”.

Compuseram o júri, os arquitetos e urbanistas Nadia Somekh (presidente do CAU Brasil), Kai-Uwe Bergmann (Dinamarca), Eva Jiricna (República Tcheca), Victor Leonel (Angola) e Thomas Vonier (EUA).

Entre outras honrarias, Paulo Mendes da Rocha já recebeu o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-americana em 2000; o Prêmio Pritzker (“o Nobel da Arquitetura”) em 2006; o Leão de Ouro da Bienal de Veneza de 2016; o Imperiale Praemium (Prêmio Mundial de Cultura em Memória de Sua Alteza Imperial o Príncipe Takamatsu do Japão), também em 2016; e a Medalha de Ouro Real de 2017 do Royal Institute of British Architects (RIBA).

Paulo Mendes da Rocha, atualmente com 92 anos de idade, é um dos expoentes da chamada “escola paulista”, grupo de arquitetos modernistas liberado por Vilanova Artigas. São de sua autoria projetos como o Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), a reforma da Pinacoteca do Estado e, em conjunto com o filho Pedro, o Museu da Língua Portuguesa, todos em São Paulo. Entre seus trabalhos mais recentes estão o novo Museu dos Coches, em Lisboa (Portugal), aberto ao público em 2015, e o Sesc 24 de Maio, em São Paulo, inaugurado em 2017. Ele também projetou o Cais das Artes, em Vitória (Espírito Santo), sua cidade natal, em construção.

Criada em 1984, a Medalha de Ouro UIA reconhece as realizações arquitetônicas de destaque por um arquiteto ou grupo de arquitetos, levando em consideração o conjunto de obra construído ao longo de um período prolongado. Dentre os vencedores anteriores incluem-se o japonês Toyo Ito, o italiano Renzo Piano, o sino-estadunidense I.M., o português Álvaro Siza e o espanhol Rafael Moneo (ver relação completa abaixo).

Em 2016, aliando-se às homenagens prestadas por ocasião do recebimento do Leão de Ouro da Bienal de Veneza, o CAU Brasil lançou um hotsite especial contando a vida a obra de Paulo Mendes da Rocha. Navegue pelo hotsite para conhecer mais sobre ele e sua obra:

Home – “Intelectual inconformado, arquiteto desafiador e humanista apaixonado. Uma “lenda vida”
Biografia – O pai engenheiro e Vilanova Artigas, esteios da formação do arquiteto
Projetos – Projetos em destaque
Linha do Tempo – Vida profissional e obra completa
Prêmios – Um colecionador de prêmios 
Entrevista – Sem entre linhas (entrevista para o CAU/SP)
Vilanova Artigas – O Paulo, seu pai e o meu pai (por Rosa Artigas)
Depoimentos – Colegas falam de Paulo Mendes da Rocha
Vídeos – Documentário, palestras e entrevistas
Links – Links de matérias e artigos sobre Paulo Mendes da Rocha
Bibliografia – Livros sobre o arquiteto

Fonte: CAU/BR
Foto em destaque: Ana Ottoni

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